Igreja e política

| 01/30/2018 às 10:51


Fonte: Dourados News

Na história da Igreja uma parte dela é marcada pela política, padres, bispos eram de forma total engajados na mesma, mas também reis e senhores feudais que escolhiam cargos dentro da Igreja, como o Papa, eles mandavam e desmandavam, talvez seja o período em que a Igreja passou de Instituição Religiosa fundada por Jesus, para uma repartição pública e disputa de poder, o final dessa história, todos sabem.

Bem ou mal, Igreja e Estados se separam, assim o Estado passou a ser laico, isto é, sem uma religião oficial, o que não significa que a Maior Instituição de Caridade do mundo, tenha perdido sua força na sociedade ou foi calada pelo poder público, sendo proibida de intervir nas ações do Governo. Pelo contrário, até hoje, é dever da Igreja Católica e desta forma, de todo batizado, se envolver na política e se for preciso, não obedecer às leis civis, se estas forem na contramão dos Valores Evangélicos.

O Catecismo da Igreja Católica, no número 2238 em diante, vai falar dos ‘Deveres dos Cidadãos’, onde o mesmo ensina que cada indivíduo preste leal colaboração aos poderes civis visando o bem da sociedade e com honestidade. “É dever dos cidadãos colaborar com os poderes civis para o bem da sociedade, num espírito de verdade, de justiça, de solidariedade e de liberdade”.

Estado laico

Como mencionado acima, o Estado laico é aquele que não possui uma religião oficial, é o caso do Brasil, que por uma mentalidade demoníaca e fundamentalista, tem aos poucos excluído Deus. No estado laico, os cristãos devem opinar e ter a liberdade de se engajar na política, participando efetivamente das eleições e isso inclui se candidatar, de forma consciente, ou seja, o partido precisa estar de acordo com os Princípios Evangélicos (UTOPIA no atual Brasil).

Após mais de dez anos tendo na direção do País, um partido comunista, o reflexo negativo explode diariamente. Ainda que alguns defendem que o Brasil cresceu nesses anos, o que se vê desde o primeiro mandato do ex-presidente e um pedaço do segundo, não é bem isso, porém o foco aqui é a ideologia.

O Partido dos Trabalhadores foi aos poucos dominando a grande massa, fazendo com que os mais pobres, os menos instruídos, tenham o Lula como um ‘deus’, o homem que possibilitou a esse pobre, comer carne todos os dias, mas não fez mais que a obrigação, que é dá condições para que o pai e a mãe de família coloquem na mesa o pão de cada dia.

Feito isso, ele também roubou bilhões, deixando uma dívida externa eterna, quebrando o País e subindo a inflação, mas eles acharam pouco, implantaram a ideologia comunista nas escolas e o pior, dentro da própria Igreja Católica.

Atualmente alguns padres e bispos tem defendido o PT com todas as forças, liderando seus paroquianos a lutas sociais, deixando de lado o espiritual, a conversão, o Evangelho. Como se não bastasse, quando decidem pregar o Evangelho, dão a ele uma conotação comunista, apresentando um Jesus revolucionário, a boa notícia é que esse Jesus não existe, por isso, logo cairá.

Nossas autoridades espirituais precisam de fato, nos orientar, o Santo Padre tem feito isso, porém orientar não é incentivar a votar no partido D ou E, mas dizer qual está em consonância com a Igreja.

*Guilherme Pires – Estudante do 7º Semestre de Publicidade e Propaganda.


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