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Matheus Cunha marca dois, Vini Jr. faz a diferença e Brasil vence o Haiti por 3 a 0

A Seleção Brasileira fez o dever de casa na vitória por 3 a 0 contra o Haiti. Contra um adversário de nível técnico bastante inferior, o esquadrão canarinho foi além do resultado e apresentou uma atuação convincente. Vini Jr., que participou dos três gols, e Matheus Cunha, que balançou as redes duas vezes. O ponto negativo ficou por conta da lesão de Raphinha, substituído ainda no primeiro tempo com dores no músculo posterior da coxa direita, conforme a publicação do Extra.

Além de aumentar o moral para a sequência na Copa do Mundo, o resultado levou o Brasil à liderança do grupo C, com quatro pontos.

Depois de fazer suspense ao longo da semana, o técnico Carlo Ancelotti promoveu duas mudanças no time titular, com as entradas de Danilo na vaga de Ibañez e Matheus Cunha no lugar de Igor Thiago. Com tantos espaços deixados pelos haitianos, a resposta veio logo na primeira etapa.

A estratégia do Brasil era clara. Quando não tinha a bola, posicionava-se num 4-4-2, com Raphinha do lado direito, Paquetá no esquerdo e Vini e Cunha centralizados sem tantas obrigações. Já com a posse, a ideia era procurar espaços nas costas da defesa haitiana, posicionada numa linha de cinco, com o movimento de facão dos atacantes. Foi assim que o time de Ancelotti construiu sua primeira vitória na Copa do Mundo.

Pressão no ataque surte efeito

Com duas roubadas no meio-campo, o Brasil conseguiu aproveitar o que tem de melhor, que é a explosão dos seus atacantes, com o sistema defensivo adversário completamente desorganizado. Primeiro, Cunha roubou e a bola ficou com Vini Jr. O camisa 7 fez jogada individual dentro da área, finalizou e o camisa 9 aproveitou rebote para abrir o placar e marcar pela primeira vez em Mundiais.

Depois, Paquetá, que subiu de rendimento em relação ao último jogo, foi quem desarmou jogador do Haiti para novamente acionar Vini Jr. Dessa vez, o atacante do Real Madrid funcionou como garçom e, com passe que quebrou a linha haitiana, deixou Matheus Cunha na cara do gol para ampliar.

Ainda que tenha contato com as poses de surfista de Cunha, Vini Jr. e Paquetá, a comemoração do segundo gol também escancarou o desapontamento de Raphinha, que já havia sinalizado dores na coxa direita. Autor de um gol anulado quando o placar estava 0 a 0, o atacante fazia boa partida e causava muitos problemas para a defesa do Haiti, até precisar ser substituído por Rayan.

Preocupações à parte, o baile brasileiro seguiu dentro de campo. Em novo movimento de ataque às costas da defesa do Haiti, Vini Jr. foi lançado por Paquetá e aproveitou saída errada de Placide para balançar as redes pela segunda vez neste Mundial.

Segundo tempo pouco produtivo

Com a vitória garantida, o segundo tempo da seleção brasileira foi pouco produtivo em relação às mexidas feitas por Ancelotti. Rayan, Endrick, Martinnelli, Ederson e Danilo Santos não comprometeram, mas também não melhoraram o ímpeto ofensivo do Brasil. Mesmo com muitos espaços para contra-golpear os haitianos, que se lançaram mais ao ataque, os homens de frente do time canarinho não souberam aproveitar as várias oportunidades que tiveram.

*Publicação do Extra.

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